O que o vídeo explica, passo a passo — para ler sem som, ou voltar a um momento preciso.
Você monta sempre as mesmas ferramentas: um quadro branco, um mural de notas, um quiz. Uma automatização guarda essa montagem. Você a escreve uma vez e, na sala seguinte, coloca o nome e o código: as ferramentas vêm junto.
Não partimos de uma página em branco. Esta é uma sala que você já preparou, com as ferramentas no lugar. É essa montagem que você vai guardar.
Guardar como automatização. O link está ali, no cabeçalho da sala, ao lado daquele que a abre.
O editor abre preenchido: cada ferramenta da sala já está lá, na ordem. Você dá um nome ao conjunto, retira o que não quer rever, e pronto.
Cada linha é uma ferramenta. Você a sobe, você a desce, você lhe dá o título que ela terá na sala. A ordem da lista é a ordem da montagem.
E para cada linha, você escolhe. Criar vazia, para um quadro que será preenchido na sessão. Vincular, para um baralho de cartões que serve a várias salas. Ou partir de um modelo, e a ferramenta chega já com conteúdo.
Você guarda tantas quantas forem as suas formas de trabalhar. Um dia inteiro, meio dia de descoberta: não são as mesmas ferramentas, não são as mesmas automatizações.
Cada cartão diz o seu nome, o número de ferramentas e quantas vezes você já o aplicou.
As etiquetas nomeiam as ferramentas uma a uma. As que têm uma seta estão vinculadas: será usado o mesmo objeto, e não uma cópia.
Aplicar a uma sala. Você escolhe a sala, e as ferramentas são montadas ali num único gesto.
Antes de escrever qualquer coisa, anunciam o resultado: quantas ferramentas serão criadas, quantas vinculadas. E se o seu plano não permitir alguma, ela é nomeada aqui, e não descoberta no meio do caminho.
O mesmo gesto existe a partir da própria sala: uma faixa acima das ferramentas, você escolhe e monta.
E aqui está para que serve tudo isto. Você cria a sua próxima sala.
Você escolhe uma automatização, e a sala não chega vazia: chega montada. É uma preparação a menos, em cada sessão.